segunda-feira, setembro 20

Encontro de Geografia do Campo das Vertentes
I - Encontro de Geografia do Campo das Vertentes (Universidade Federal de São João Del Rei - MG)
"A Geografia e suas multidimensões"
18 a 22 de Outubro de 2010
Mesa Redonda e Paletras:
• Geomorfologia e Geologia de Minas Gerais - Professor Dr. Alloua Saadi (UFMG)
• Formação de Professores - Professora Dr. Nidia Nacib Pontchuska (USP)
• Mudanças Climaticas Globais - Professor Dr Luiz Carlos Molion (UFAL)
• Estudos Demograficos e Urbanos de Minas Gerais - Professor Ralfo Matos (UFMG)
Mini-Cursos
- Conflitos Ambientais
- Patrimônio e Turismo: Cidade Mercadoria e Segregação Territorial
- Relação Etnico-Raciais
- Métodos e Técnicas da Orientação Espacial
- Ensino de Geografia
- Legislação Ambiental
Inscrições de 30/08 á 30/09/2010
http://geografiaufsj.blogspot.com/2010/09/encontro-de-geografia-do-campo-das.html
Mais informações: http://www.ufsj.edu.br/encontrodegeografia


Encontro de Geografia do Campo das Vertentes
I - Encontro de Geografia do Campo das Vertentes (Universidade Federal de São João Del Rei - MG)
"A Geografia e suas multidimensões"
18 a 22 de Outubro de 2010
Mesa Redonda e Paletras:
• Geomorfologia e Geologia de Minas Gerais - Professor Dr. Alloua Saadi (UFMG)
• Formação de Professores - Professora Dr. Nidia Nacib Pontchuska (USP)
• Mudanças Climaticas Globais - Professor Dr Luiz Carlos Molion (UFAL)
• Estudos Demograficos e Urbanos de Minas Gerais - Professor Ralfo Matos (UFMG)
Mini-Cursos
- Conflitos Ambientais
- Patrimônio e Turismo: Cidade Mercadoria e Segregação Territorial
- Relação Etnico-Raciais
- Métodos e Técnicas da Orientação Espacial
- Ensino de Geografia
- Legislação Ambiental
Inscrições de 30/08 á 30/09/2010
sexta-feira, abril 23
RIO DE JANEIRO - verdades subentendidas

CHUVAS E HIPOCRISIA
Paulo Alentejano*
Nestas horas em que centenas de pessoas morrem ou ficam desabrigadas em função do desabamento de encostas, enchente e transbordamento de rios, proliferam na mídia textos e entrevistas de “especialistas” que buscam apontar as causas ”naturais” e “antrópicas” que explicariam tais “tragédias”. Alguns destes textos e entrevistas são mais sérios, outros mais oportunistas. Uns mais pontuais, outros mais abrangentes. Alguns mais contundentes na crítica aos governantes de plantão, outros mais benevolentes. Mas, poucos vão a fundo na análise do conjunto de questões que estão envolvidos nesta complexa problemática.
O que nenhum texto, entrevista ou declaração que circulou nestes últimos dias disse é que tudo isto tem a ver com o modelo de desenvolvimento vigente no Brasil desde meados do século XX, baseado na modernização acelerada, seletiva e conservadora do campo e da cidade.
E a raiz do problema está na forma acelerada com que se expulsou do campo brasileiro no último século mais de 50 milhões de pessoas. A perpetuação do controle das terras pelo latifúndio e a modernização deste estão na origem da expulsão desta enorme massa de trabalhadores rurais, os quais foram precariamente absorvidos pelas grandes cidades brasileiras. A histórica reivindicação da reforma agrária foi não só negada, como substituída por uma política de incentivo ao desenvolvimento de tecnologias poupadoras de mão-de-obra no campo, levando ao aumento da concentração fundiária e ao desemprego e subemprego generalizados no campo e à conseqüente expulsão de grandes contingentes de trabalhadores rurais para as cidades.
E para onde foram estes trabalhadores? Para as áreas das grandes cidades que não interessavam ao grande capital imobiliário, por conta dos custos de produção mais elevados: as encostas dos morros e as várzeas dos rios. Não porque inexistam espaços urbanos vazios em melhores condições para a moradia destas pessoas, mas porque estes vazios estão controlados pelo capital imobiliário, aguardando a valorização destas áreas. Da mesma forma, há um sem número de prédios e apartamentos vazios nas nossas grandes cidades, mas estes não podem ser ocupados por estas pessoas, pois o “sagrado direito de propriedade” garante o direito dos proprietários de mantê-los vazios, mesmo que isto signifique empurrar milhares de pessoas para morar em áreas “de risco”.
Portanto, o que está raiz das centenas de mortes que se repetem a cada chuva é a propriedade privada!!! Enquanto o direito de propriedade imperar sobre o direito à vida estas tragédias se repetirão. Enquanto a reforma agrária não for feita, permitindo que muitos trabalhadores que foram expulsos do campo tenham o direito de para lá retornar e que outros que ainda lá estão não sejam expulsos, estas tragédias se repetirão. Enquanto a reforma urbana não for feita, colocando à disposição dos trabalhadores os terrenos e as moradias mantidos fechados pelos especuladores urbanos, estas tragédias se repetirão.
É certo que a geografia do Rio de Janeiro favorece a ocorrência de deslizamentos de encostas e transbordamento de rios, mas não é certo que os trabalhadores só tenham a possibilidade de morar nestes lugares, nem que devam morrer por causa disso. É certo que também desabaram encostas onde havia mansões, mas só morreram os pobres. É certo que todos na cidade sofreram com as chuvas, mas o grau de sofrimento é incomparável.
E agora o que vemos se descortinar é mais um exemplo da hipocrisia das nossas elites, através da multiplicação das declarações de políticos e editorias da grande imprensa defendendo a remoção das populações residentes em áreas “de risco” em nome da “segurança destas próprias pessoas”. Trata-se da retomada de uma das práticas mais autoritárias levadas a cabo na construção do espaço urbano de nossas grandes cidades e que longe de proteger “os pobres” acentuou as nossas mazelas sociais. Ou esquecemos que as favelas removidas do entorno da Lagoa Rodrigo de Freitas deram lugar a prédios de alto luxo enquanto a população que aí residia foi deslocada para lugares como a Cidade de Deus, repleta de problemas de infraestrutura e internacionalmente famosa pela violência.
Se o propósito é realmente o de proteger os trabalhadores que moram nas “áreas de risco”, então vamos destinar imediatamente para moradia as centenas de prédios – alguns inclusive públicos – que se encontram hoje vazios na cidade e no estado do Rio de Janeiro. Podemos começar pelos da região portuária do Rio, onde há inúmeros prédios e terrenos públicos e privados abandonados. ..
Mas, não, isso não é possível, afinal esta área já está destinada para os mega empreendimentos imobiliários voltados para a modernização da região portuária do Rio, visando a Copa do Mundo e as Olimpíadas...
A hipocrisia das elites brasileiras é incomparável. .. E inconcebível!
*Paulo Alentejano – Professor do Departamento de Geografia da FFP/UERJ, integrante da Associação dos Geógrafos Brasileiros (AGB) e da Associação Brasileira de Reforma Agrária (ABRA).
quarta-feira, outubro 7
quinta-feira, outubro 1
quinta-feira, março 12
domingo, março 8
ISTO É UMA BELDADE!!!
terça-feira, fevereiro 24

Ponte da Cadeia, São João del Rei Historia
Voçê conheçe bem a história da sua cidade!!??
A cidade de São João del Rei originou-se do antigo Arraial Novo do Rio das Mortes. A ocupação do arraial remonta a 1704, quando um paulista chamado Lourenço Costa descobre ouro no ribeirão de São Francisco Xavier.
A descoberta fez com que as fossem distribuídas a várias pessoas que começam a explorar as margens do ribeirão. Algum tempo depois, o português Manoel José de Barcelos encontrou mais ouro na encosta sul da Serra do Lenheiro, num local chamado Tijuco. Naquele local estabeleceu-se o primeiro núcleo de povoamento que daria origem ao Arraial Novo de Nossa Senhora do Pilar, mais tarde Arraial Novo do Rio das Mortes.
Já bastante próspera, em 1713 a localidade é elevada a vila e recebe o nome de São João del-Rei em homenagem a Dom João V, rei de Portugal. No ano seguinte, é nomeada sede da Comarca do Rio das Mortes. Desde os tempos de sua formação, desenvolve-se aí uma vasta produção mercantil e de gêneros alimentícios, resultantes tanto da atividade agrícola, quanto da pecuária. Essa faceta vai possibilitar o contínuo crescimento da localidade, que não sofre grandes perdas com o declínio da atividade aurífera, verificado em toda a Capitania das Minas Gerais a partir de 1750.
Nessa época a crise do sistema colonial agrava-se. A exploração do ouro entra em franca decadência, e a Coroa Portuguesa continua a exigir pesados impostos da população. Essa situação conflitante faz crescer o nível de consciência de setores intermediários da sociedade, levando padres, militares, estudantes, intelectuais e funcionários das principais vilas mineiras, como São João del-Rei, Tiradentes e Vila Rica, a conspirar contra a metrópole.
Em poucos anos, o movimento conhecido como Inconfidência Mineira toma corpo e ganha adeptos em cada arraial e vila da Capitania das Minas Gerais. Grandes planos são traçados tendo em vista a produção de bens de consumo aliada à liberdade comercial, o que descartaria a política monopolizadora da metrópole. A Vila de São João del-Rei é escolhida para abrigar a nova capital. Porém, em 1789 o movimento é frustrado pela denúncia do coronel Joaquim Silvério dos Reis, devedor de somas altíssimas à Fazenda Real.
Graças à vocação comercial de São João del-Rei, a sua feição colonial não é a mesma das demais vilas mineradoras da época. Já em princípios do século XIX, ela se mostra amadurecida comercialmente: lojas instaladas em elegantes casarões oferecem todo tipo de mercadoria, desde as produzidas na comarca até as importadas. O movimento de passantes, caixeiros-viajantes, mulheres e crianças circulando pelas ruas confere-lhe um aspecto alegre e colorido. Também é precoce o surgimento da imprensa, assinalado pela fundação, em 1827, do 'Astro de Minas', o segundo jornal de Minas Gerais na época.
Em 1838 a progressista Vila de São João del-Rei torna-se cidade. Nessa época, possuía cerca de 1.600 casas, distribuídas em 24 ruas e 10 praças. Ainda no século XIX, contava com casa bancária, hospital, biblioteca, teatro, cemitério público construído fora do núcleo urbano, além de serviços de correio e iluminação pública a querosene.
Desenvolve-se, ainda mais, com a inauguração em 1881 da primeira seção da Estrada de Ferro Oeste-Minas, que liga as cidades da região a outros importantes ramais da Estrada de Ferro Central do Brasil. Em 1893 a instalação da Companhia Industrial São Joanense de Fiação e Tecelagem traz novo impulso à economia local, a tal ponto que a cidade é novamente indicada para sediar a capital de Minas Gerais. Em junho do mesmo ano, o Congresso Mineiro Constituinte aprova, em primeira discussão, a mudança da capital para a região da Várzea do Marçal, subúrbio de São João del-Rei. Mas, numa segunda discussão, o projeto inclui Barbacena e também Belo Horizonte, um planalto localizado no Vale do Rio das Velhas, onde existia o antigo Arraial do Curral del-Rei.
Com a escolha da região do Curral del-Rei em dezembro de 1893, a importância econômica de São João del-Rei diminui gradativamente. Mas a cidade não perde seu charme colonial, sendo motivo de atenção dos modernistas brasileiros, que a visitam em 1924. Ela é registrada na obra de algumas das figuras mais representativas do movimento, como a pintora Tarsila do Amaral e o escritor Oswald de Andrade. Em 1943 seu acervo arquitetônico e artístico, composto por importantes edificações civis e religiosas, é tombado pelo Serviço do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional - Shan.
A formação peculiar da cidade, que evoluiu de arraial minerador para importante pólo comercial da região do Campo das Vertentes, é responsável por sua característica mais interessante: uma mescla de estilos arquitetônicos que tem origem na arte barroca, passa pelo ecletismo e alcança o moderno. Em São João del-Rei, é possível apreciar a evolução urbana de uma vila colonial mineira, cujo núcleo histórico permanece bastante preservado em harmonia com as construções ecléticas do século XIX e as mudanças ocorridas no século XX.
Fundação da cidade
São João del Rei foi fundada em fins do século XVII, por taubateanos liderados por Tomé Portes del Rei, que, por isso, é considerado seu fundador.
Em 1709, a cobiça pelo ouro gera discórdia entre portugueses e paulistas, dando causa à Guerra dos Emboabas, acontecendo o triste episódio do "Capão da Traição" quando os paulistas foram emboscados e chacinados pelos portugueses.
Em 08 de dezembro de 1713, arraial alcançou foros de vila, com o nome de São João del Rei, homenagem a D. João V, e também passa a ser sede da Comarca do Rio das Mortes.
O ouro, a pecuária e a agricultura foram os fatores de desenvolvimento e progresso da vila e, aos 6 de março de 1838 é elevada à categoria de cidade.
São João del Rei participou sempre das decisões mineiras e nacionais.
Em 1833, na Sedição Militar de Ouro Preto, em 1842, na Revolução Liberal e, sendo sede do 11ºBI - Batalhão Tiradentes, participou das revoluções de 1930 e 1964. Combateu na Itália, triunfando em Montese e Castelnuevo. Aqui nasceram is grandes heróis nacionais: Joaquim José da Silva Xavier, o Tiradentes - o Mártir da Independência e Patrono Cívico da Nação Brasileira; Bárbara Heliodora Guilhermina da Silva - a heroína da Inconfidência São João del Rei é conhecida como um entroncamento de caminhos, desde a expedição de Fernão Dias, que em 1674 abriu a trilha mais tarede conhecida como o Caminho Velho (de São Paulo à Minas). Nos últimos anos do século XVII, o taubateano Tomé Fortes del Rei estabeleceu-se na beira deste caminho, cobrando pedágio na passagem do Rio das Mortes, cultivando roças e criando gado.
Posteriormente o chamado Caminho Novo, que vinha do Rio de Janeiro, também passava pela atual São João del Rei, palco de fatos históricos nacionais, como a Guerra dos Emboabas e Inconfidência Mineira. Em 1730, a famosa Picada, partia justamente de São João del Rei, atingindo a divisa goiana em Paracatu.
Depois, em 1872, foi criada a Estrada de Ferro Oeste de Minas, para complementar a Estrada de Ferro Leopoldina, que vinha do Rio de Janeiro e chegando à São João del Rei seguia para as lonjuras de Pitangui e Paracatu, rastreando a velha Picada de Goiás.
Mas São João del Rei não vive só de passado. Sabe invoca-lo, orgulhando-se dele, encontrando nele a força do ideal e de amor à liberdade e à justiça, como seus filhos Joaquim José da Silva Xavier, o Tiradentes e o Presidente Tancredo Neves.

Um passeio de Maria Fumaça entre São João del Rei e Tiradentes encanta crianças, jovens e adultos. Esse encanto pelo passeio já começa no embarque ou desembarque na pequena estação construída em 1881, para servir a Companhia de Ferro Oeste de Minas. Possui o mesmo estilo das estações mineiras edificadas no final do século XVIII e princípio do XIX.
Em frente à estação, está a rotunda, “mecanismo pelo qual a locomotiva inverte sua posição na linha férrea e, com uma curta manobra, engata-se novamente aos vagões para regressar a São João del Rei. Embora os maquinistas efetuem essa manobra de rotina logo após a chegada, muitos turistas deixam de apreciá-la por falta de informação” (Américo Pellegrini Filho).
A “Maria Fumaça”, que corre em bitola de 760 mm, é uma máquina que foi fabricada na Filadélfia pela empresa Baldwin.
Créditos: SETUR/MG
Endereço: Av. Hermílio Alves, 366
Bairro: Centro
Tel: (32) 3371-8485
Visitação: Funciona Sexta, Sábado, Domingo e feriados Nacionais. Parte de São João Del Rey 10:00 e retorna 13:00 hs / parte 15:00 e retorna 17:00 hs. Partida de Tiradentes 13h e 17h. Duração de 30 minutos.
SÃO JOÃO DEL REI, CIDADE DE MUITOS ENCANTOS, SITUADA NO CAMPO DAS VERTENTES[editar] Geografia Localização geográfica 21º 08' 00" Sul (latitude) e 44º 15' 40" Leste (longitude). Clima Clima temperado, caracterizado por verões quentes e úmidos, apresentando média térmica anual de 19,2°C, a temperatura mínima é 3°C (julho) e a máxima é 38°C (fevereiro). Hidrografia São João del-Rei está inserida na bacia do Rio Grande, sendo o Rio das Mortes o principal entre os rios que banham a cidade. Rios Rio Elvas | Rio Carandaí | Rio das Mortes Pequeno | Rio das Mortes Relevo A sede do município se localiza num grande vale, entre a Serra de São José (leste) e a Serra do Lenheiro (oeste). Formações rochosas Serra do Lenheiro | Serra de São José Ponto culminante do município Morro do Chapéu, Distrito de Emboabas - 1.338m (altitude) Vegetação São João del-Rei possui uma diversidade ecológica grandiosa, com uma biodiversidade representativa de alguns ecossistemas importantes do bioma Mata Atlântica e Cerrado. No seu relevo, formado pelas serras do complexo da Mantiqueira, observa-se uma vegetação de cerrado, com a presença de campos limpos nas partes mais altas. Fauna Apresenta um potencial notável para a avifauna, onde é possível encontrar espécies representativas de alguns ecossistemas importantes dos biomas Mata Atlântica e Cerrado. Destaque para o Jacu, Araras (Aratinga Leucophtalmus), Saíra-Dourado (Tangara Cyanoventris). Entre os mamíferos, encontramos grandes quantidades de macacos que alegram e dão um toque especial ao turismo local, como o Sauá (Callicebus Personatus) e os sagüis-de-tufo-preto (Callithrix Penicillata). Economia Agricultura São João del-Rei se destaca em termos de produção agrícola, tendo em vista a enorme área do município. Para dar suporte ao produtor rural, foi fundada em 2003 no campus Ctan da UFSJ, a Fazenda Experimental Risoleta Neves da Epamig. Indústria A cidade possui importantes empresas de pequeno e médio porte nas áreas de têxteis, metalurgia, alimentícia, entre outras, sendo então um dos principais pólos industriais do Campo das Vertentes: Bozel Mineração S/A Companhia Industrial Fluminense Ligas Gerais Comércio A cidade é pólo regional de comércio.
segunda-feira, janeiro 26
domingo, janeiro 25
PREFIRO A VIDA E AUTOPIA
QUE A VIDA LONGA E ENTEDIANTE
ANTES AO PÉ DE UM FURAÇÃO COM CORAGEM
QUE EM CASA COM MEDO DO ESCURO
PREFIRO À NATUREZA
A FOTOS BONITAS
PREFIRO O VENTO NOS CABELOS
QUE EM CASA COM MEDO DO FRIO
É MAIS FÁCIL MANTER TRADIÇÕES
QUE SER O PRIMEIRO A QUEBRAR REGRAS
PREFIRO AS ESTRELAS
A UM TETO SEGURO
PREFIRO A AMORES DE ALMA
ESSES SIM SÃO ETERNOS
O QUE EU GANHO?O QUE EU PERCO?NINGUEM PRECISA SABER
JANE RESENDE
QUE A VIDA LONGA E ENTEDIANTE
ANTES AO PÉ DE UM FURAÇÃO COM CORAGEM
QUE EM CASA COM MEDO DO ESCURO
PREFIRO À NATUREZA
A FOTOS BONITAS
PREFIRO O VENTO NOS CABELOS
QUE EM CASA COM MEDO DO FRIO
É MAIS FÁCIL MANTER TRADIÇÕES
QUE SER O PRIMEIRO A QUEBRAR REGRAS
PREFIRO AS ESTRELAS
A UM TETO SEGURO
PREFIRO A AMORES DE ALMA
ESSES SIM SÃO ETERNOS
O QUE EU GANHO?O QUE EU PERCO?NINGUEM PRECISA SABER
JANE RESENDE
sábado, julho 26
m1neir1nHa
...'Assim como grandes reis , o normal é fazer a diferença, interessante é minimizar diferenças assim como o Arthur e sua famosa távola, em compartilhava ao resolver contrapartidas importantes com o seus cavaleiros"... Se não assim; talvez, não fora tão bravos e remanecidos, talvez não seriam, o grupo, unidos, somente uma força a todos"...
m1neir1nHa
m1neir1nHa
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